quarta-feira, 16 de março de 2011

Veja, eu nunca pensei que pudesse andar no fogo
Nunca pensei que fosse aguentar a queimadura
Nunca tive a força para levar mais adiante
Até chegar num ponto sem volta

E não há volta
Quando seu coração está sob ataque
Darei tudo o que tenho
É o meu destino

Eu nunca direi nunca! (Eu lutarei)
Eu lutarei para sempre! (Vou deixar tudo certo)
Sempre que você me derrubar
Eu não ficarei no chão
Vou levantar
Levantar
E nunca direi nunca


Um comentário:

Weslley Almeida disse...

Os tropeços fazem parte da caminhada. Mas não nos acostumemos com eles: o céu, nosso horizonte.
Evitemos palavras absolutistas: "nunca", "sempre", "tudo", "nada"... elas são - via de regra - mentirosas.

p.s.
Andressa, vc que gosta de escrever, acredito que goste de arte tbm.
Aqui em Feira, no MAC (Museu de Arte Contemporânea), que fica ao lado da Bibliorteca Municipal, haverá amanhã (quinta), 20H, um evento de artes visuais e música conceitual. Isso tudo, gratuitamente.
Estou divulgando entre os blogueiros feirenses.

Abraço!

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