sábado, 12 de fevereiro de 2011


Deus costuma usar a solidão
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida.

2 comentários:

Weslley Almeida disse...

Oi, Andressa!
Esse texto demonstra os labirintos existenciais que a vida (criação do Supremo) nos imprime: quando pegamos uma rota, lembramos/valorizamos o de bom da outra. É preciso saber olhar a vida p/ concebê-la de tal forma. E é preciso inteligência e ousadia para de modo assim vivê-la, na prática.
Abraço e meus parabéns, conterranêa!
Aparece em Le-Tranças...
Até!

andressa disse...

oun obgrigado wesley

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